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“Magalhães”, o PC portátil português?
Publicado em (Tecnologia) por Strogoff on 31-07-2008
Ora aí está o “primeiro computador” feito em Portugal. Foi assim que foi lançada na comunicação social esta nova revelação da informática. Talvez não seja esta a forma mais correcta de o dizer. O “Magalhães” é originalmente o Classmate PC, produto concebido pela Intel no sector dos NetBooks. A empresa responsável pelo lançamento do “Magalhães”, a JP Sá Couto, já pratica há algum tempo a assemblagem de computadores no nosso país, donde surge por exemplo a conhecida marca “Tsunami”. Esta empresa, numa parceria com a Intel, criaram este novo modelo de portátil, direccionado às crianças, mas o maior fabricante de processadores a nivel mundial, desde 2006 que vende este computador pelo mundo fora, o que apetece dizer que apenas a “carcaça exterior”, o logótipo e o nome são portugueses. Seja como for, temos que louvar estes mecanismos que levam o nome do nosso querido Portugal, por este mundo fora. Que venha agora o “Camões”, o “Vasco da Gama” e outros nomes tão sonantes que fazem história no nosso país.





Terminado o Euro 2008, as atenções voltaram-se para a máfia que existe no futebol português. É o sobe e desce do Boavista, é o castiga e iliba o Pinto da Costa, enfim, tem sido aquilo que todos nós sabemos. Tudo isto deu origem a que “o maior clube do mundo” se sentisse prejudicado, pois só deveria ir à Champions quem merece, e atenção que quem merece, não é quem ganha o campeonato com 10, 15, 20 ou mesmo 50 pontos de avanço, quem merece é aquele que joga com honestidade, que sabe ganhar e que sabe perder. Pois bem, parece que nem sempre o mais honesto é o que vence, coisas da vida. Após mais esta batalha, o clube das tripas à moda do porco, perdão, à modo do Porto, virou-se para uma guerrinha de “roubar” jogadores ao Glorioso, e o primeiro a marchar para a “dark city” do nosso país, foi o Cristian Rodriguez, hoje tambem conhecido por “el Nabo”. A guerra continuou e diáriamente temo-nos apercebido de que existe um forcing cada vez maior para que o “gamanso de jogadores” continue.